Dias dos Namorados 12/06/15
domingo, 22 de novembro de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Controle do casal
Especificamente, quando
entramos nesse estado, nosso corpo e mente não processam bem a informação que
vem do meio exterior. A nossa capacidade de pensamento e raciocínio baixa
notavelmente. Inclusive a capacidade de memorizar também baixa, por isso é mais
difícil reter a informação e responder apropriadamente.
Isto aguça a medida que
aumenta a intensidade de uma discussão. Chega-se, então, a um ponto em que
predominam as reações automáticas; a um estado mais “primitivo”; a ter reações
que aprendemos durante a infância. Podemos dizer que mergulhamos na
inconsciência porque colocamos nossa atenção principalmente nos fatores
externos. Os casais que discutem com frequência, não respondem às mensagens
sutis, não sabem exatamente o que sentem frente a uma crítica, não prestam
atenção nas mensagens não verbais e muito menos conseguem juntar conceitos que
podem ajudar a resolver os problemas. Estes descobrimentos são interessantes
porque eles confirmam que as discussões em si não resolvem nada. Como podemos
chegar à solução de algo se não estamos em condições de fazê-lo?
No entanto, podemos
suavizar os efeitos que se produzem em nosso corpo quando praticamos a
paciência e, sobretudo, quando estamos abertos para cultivar a paz interior. O
autocontrole nos permite evitar e gerenciar uma crise no relacionamento. Inclusive, quando estamos no meio de uma
discussão, o autocontrole nos permitirá ter consciência de que não estamos no
controle total das emoções. Isso é muito importante: Quem toma consciência de
que não tenho condições de encontrar soluções? Este raio de consciência é o
ponto de partida para nos controlar e manter a calma. A maioria das pessoas tem
dificuldade em encontrar o ponto de limite.
Reitero esse conceito: É
uma grande conquista perceber que entramos numa fase onde a inconsciência e o
“ruído psicológico” tomou o controle. É importante porque isso nos ajuda a
tomar a decisão de parar.
Quando você vir que caiu
nesse estado, segure a discussão. Já não faz sentido continuar se vamos ter um
comportamento de raiva, violência e ressentimento. Não vamos conseguir
absolutamente nada. O Dr. Gottman confirmou no seu estudo que depois de um
certo nível de pulsações, a discussão perde completamente a sua utilidade. Já
em 100 pulsações por minuto, não somos capazes de ter respostas lógicas para o
nosso parceiro/a. Surge, então, a mente reativa.
Agora você já sabe.
Pratique a paz mental. Para fazer isso, você pode meditar, se exercitar, fazer
sessões de relaxamento, etc. O importante é que você treine sua mente. Isso não
significa que você se anulará numa discussão. Mas, o que você, SIM, conseguirá,
é chegar a um ponto onde a sua consciência se fará presente no meio de uma
discussão cheia de raiva. Então, você será capaz de deter a torrente de emoções
negativas e fazer uma pausa na discussão. Vai encontrar o momento de pedir
desculpas, perdoar e encontrar finalmente, soluções para seus conflitos.
dia-a-dia, quanto maior o nível de serenidade da mente, maior será nossa
paz de espírito e maior nossa capacidade para levar uma vida feliz e
prazerosa.”
O Dalai-Lama parou por um instante como que para deixar que essa
idéia assentasse e depois prosseguiu.
— Eu deveria mencionar que, quando falamos de um estado mental
sereno ou de paz de espírito, não deveríamos confundir isso com um estado
mental totalmente insensível, apático. Ter um estado de espírito tranqüilo
ou calmo não significa ser completamente desligado ou ter a mente
totalmente vazia. A paz de espírito ou a serenidade têm como origem o
afeto e a compaixão. Nisso há um nível muito alto de sensibilidade e
sentimento.
“Desde que a disciplina interior que traz a serenidade mental”,
disse ele, para resumir “não importa quais sejam as condições ou meios
externos que normalmente se considerariam necessários para a felicidade,
eles nunca nos darão a sensação de alegria e felicidade que buscamos. Por
outro lado, quando dispomos dessa qualidade interior, uma serenidade
mental, uma certa estabilidade interna, nesse caso, mesmo que faltem
vários recursos externos que normalmente se considerariam necessários
para a felicidade, ainda é possível levar uma vida feliz e prazerosa.”
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
domingo, 26 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
"Eu também! Os relacionamentos não têm nada a ver com poder. Nunca! E um modo de evitar a vontade de exercer poder é
escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com os pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles.
— Bem falado, Sarayu — disse Papai, com o rosto luzindo de orgulho. — Eu cuido dos pratos depois. Mas primeiro gostaria de ter um tempo para as devoções.
Mack teve de conter um risinho diante da idéia de Deus fazendo orações. Imagens de devoções familiares de sua infância vieram se derramar em seu pensamento. E não eram exatamente boas lembranças.
Com freqüência consistiam em um exercício tedioso de dar as respostas certas, ou melhor, as mesmas velhas respostas às mesmas velhas perguntas sobre histórias da Bíblia e depois tentar ficar acordado durante as orações exaustivamente longas de seu pai. E, quando o pai tinha bebido, as orações da família sempre se tornavam um terrível campo minado, onde
qualquer resposta errada ou um olhar distraído provocava uma explosão. Ficou esperando que Jesus pegasse uma velha versão da Bíblia.
Em vez disso, Jesus estendeu as mãos sobre a mesa e segurou as de Papai, com as cicatrizes agora claramente visíveis. Mack ficou sentado, em extremo fascínio, vendo Jesus beijar as mãos do Pai, depois olhar fundo nos seus olhos e finalmente dizer:
— Papai, adorei ver como hoje você se tornou completamente disponível para assumir a dor de Mack e deixar que ele escolhesse seu próprio ritmo. Você o honrou e me honrou. Ouvir você
sussurrar amor e calma no coração dele foi realmente incrível. Que alegria imensa ver isso! Adoro ser seu filho.
Embora Mack se sentisse um intruso, ninguém pareceu se preocupar e, de qualquer modo, ele não tinha idéia de para onde ir. Presenciara expressão de tamanho amor parecia
deslocar qualquer entrave lógico e, ainda que ele não soubesse exatamente o que sentia, era muito bom.
Estava testemunhando algo simples, caloroso, íntimo e verdadeiro. Isso era sagrado. A santidade sempre fora um conceito frio e estéril para Mack, mas isso era diferente. Preocupado em não fazer qualquer gesto que perturbasse aquele momento,
simplesmente fechou os olhos e cruzou as mãos. Ouvindo atentamente de olhos fechados, sentiu Jesus mexer a cadeira. Houve uma pausa antes que ele falasse de novo:
— Sarayu — começou Jesus com suavidade e ternura —, você lava, eu enxugo.
Os olhos de Mack se abriram rapidamente, a tempo de ver os dois sorrirem afetuosamente um para o outro, pegarem os pratos e desaparecerem na cozinha. Ficou sentado alguns minutos sem saber o que fazer. Papai tinha ido a algum lugar e os outros dois estavam ocupados com os pratos. A decisão foi fácil. Pegou os talheres e os copos e levou-os para a cozinha. Assim que entrou, Jesus lhe jogou um pano e, enquanto Sarayu lavava os pratos, os dois começaram a enxugar.
Sarayu começou a cantarolar uma música evocativa que ele havia escutado Papai cantar. Mais uma vez a melodia mexeu no fundo de Mack, despertando lembranças e emoções. Se pudesse permanecer ouvindo aquela canção, aceitaria ficar enxugando os pratos pelo resto da vida.
Cerca de 10 minutos depois haviam acabado. Jesus deu um beijo no rosto de Sarayu e ela desapareceu no corredor. Em seguida ele sorriu para Mack"
escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com os pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles.
— Bem falado, Sarayu — disse Papai, com o rosto luzindo de orgulho. — Eu cuido dos pratos depois. Mas primeiro gostaria de ter um tempo para as devoções.
Mack teve de conter um risinho diante da idéia de Deus fazendo orações. Imagens de devoções familiares de sua infância vieram se derramar em seu pensamento. E não eram exatamente boas lembranças.
Com freqüência consistiam em um exercício tedioso de dar as respostas certas, ou melhor, as mesmas velhas respostas às mesmas velhas perguntas sobre histórias da Bíblia e depois tentar ficar acordado durante as orações exaustivamente longas de seu pai. E, quando o pai tinha bebido, as orações da família sempre se tornavam um terrível campo minado, onde
qualquer resposta errada ou um olhar distraído provocava uma explosão. Ficou esperando que Jesus pegasse uma velha versão da Bíblia.
Em vez disso, Jesus estendeu as mãos sobre a mesa e segurou as de Papai, com as cicatrizes agora claramente visíveis. Mack ficou sentado, em extremo fascínio, vendo Jesus beijar as mãos do Pai, depois olhar fundo nos seus olhos e finalmente dizer:
— Papai, adorei ver como hoje você se tornou completamente disponível para assumir a dor de Mack e deixar que ele escolhesse seu próprio ritmo. Você o honrou e me honrou. Ouvir você
sussurrar amor e calma no coração dele foi realmente incrível. Que alegria imensa ver isso! Adoro ser seu filho.
Embora Mack se sentisse um intruso, ninguém pareceu se preocupar e, de qualquer modo, ele não tinha idéia de para onde ir. Presenciara expressão de tamanho amor parecia
deslocar qualquer entrave lógico e, ainda que ele não soubesse exatamente o que sentia, era muito bom.
Estava testemunhando algo simples, caloroso, íntimo e verdadeiro. Isso era sagrado. A santidade sempre fora um conceito frio e estéril para Mack, mas isso era diferente. Preocupado em não fazer qualquer gesto que perturbasse aquele momento,
simplesmente fechou os olhos e cruzou as mãos. Ouvindo atentamente de olhos fechados, sentiu Jesus mexer a cadeira. Houve uma pausa antes que ele falasse de novo:
— Sarayu — começou Jesus com suavidade e ternura —, você lava, eu enxugo.
Os olhos de Mack se abriram rapidamente, a tempo de ver os dois sorrirem afetuosamente um para o outro, pegarem os pratos e desaparecerem na cozinha. Ficou sentado alguns minutos sem saber o que fazer. Papai tinha ido a algum lugar e os outros dois estavam ocupados com os pratos. A decisão foi fácil. Pegou os talheres e os copos e levou-os para a cozinha. Assim que entrou, Jesus lhe jogou um pano e, enquanto Sarayu lavava os pratos, os dois começaram a enxugar.
Sarayu começou a cantarolar uma música evocativa que ele havia escutado Papai cantar. Mais uma vez a melodia mexeu no fundo de Mack, despertando lembranças e emoções. Se pudesse permanecer ouvindo aquela canção, aceitaria ficar enxugando os pratos pelo resto da vida.
Cerca de 10 minutos depois haviam acabado. Jesus deu um beijo no rosto de Sarayu e ela desapareceu no corredor. Em seguida ele sorriu para Mack"
terça-feira, 21 de julho de 2015
O Amor é o Fundamento
COMO UM PRÉDIO IMPONENTE, OU UMA BELA CASA, TUDO COMEÇA PELO ALICERCE… E ELE QUE SUSTENTA E MANTÉM TUDO AQUILO QUE É CONSTRUÍDO SOBRE ELE, E DE NADA ADIANTA A CONSTRUÇÃO SER BEM FEITA E PLANEJADA, POIS SEM UMA BOA FUNDAÇÃO, TUDO TENDE A DESMORONAR…
ASSIM SÃO OS RELACIONAMENTOS… A CONSTRUÇÃO DE UM BOM RELACIONAMENTO, DURADOURO E FELIZ DEPENDE DO MESMO ESTAR FUNDAMENTADO NO MAIS PURO AMOR…
TUDO QUE É CONSTRUÍDO SOB O ALICERCE DO AMOR, NÃO TREME, TRINCA, RACHA OU DESMORONA…
NÃO IMPORTAM QUANTAS TEMPESTADES ELE VENHA A ENFRENTAR, NEM TERREMOTOS E CATACLISMAS…
O AMOR, QUE É O FUNDAMENTO DESSE RELACIONAMENTO, A TUDO SUSTENTA E A TUDO SUPORTA, POIS É LITERALMENTE INDESTRUTÍVEL…
O AMOR É A BASE DE TUDO E SÓ SE CONSTRUINDO SOB OS FUNDAMENTOS DO AMOR É QUE HÁ GARANTIA DE QUE TUDO O QUE CONSTRUIR, DURARÁ POR TODO SEMPRE…
ENTÃO AMADOS, FUNDAMENTEM TUDO EM SUAS VIDAS COM O MAIS PURO E PODEROSO AMOR E COM CERTEZA TUDO QUE SURGIR A PARTIR DALÍ SERÁ PRÓSPERO, FORTE E DURADOURO…
terça-feira, 7 de julho de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
Após o primeiro beijo, George se mudou à cidade de Toronto, onde completou os estudos e constituiu família, sem nenhum tipo de contato ou mesmo lembrança de Carol. Após 60 anos perdeu sua esposa. Depois de uma pequena depressão resolveu voltar à terra Natal, Ontário, quando se reencontrou com Carol, se beijando e, claro, fazendo um casamento lindo que virou inclusive capa dos principais jornais canadenses.
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